
Carnaval contra o fascismo
Chegou aquele momento do ano: desde os tempos mais primórdios, a festa dos corpos livres também levanta um monte de comentários imbecis – e que a gente te ajuda a desmontar neste episódio do Imagina Se Pega no Olho
Por THIAGO CARDIM
Com a chegada do Carnaval, chegam também os já clássicos posts de “eu odeio Carnaval”, que desta vez chegam temperados com altas doses de “Carnaval não pode se misturar com política”, “Carnaval é coisa do capeta” e “Carnaval tem macumba demais”. Ou seja, aquele combo clássico de gente que pouco entende o que de fato é o Carnaval – e a importância de uma festa de puro êxtase, de corpos livres e beijo na boca, uma alegria fugaz e uma ofegante epidemia, como plataforma para se posicionar e combater o fascismo.
Chamamos pra conversa o querido Judz (@nietzsche4speed), professor de filosofia que tem uma mão na cabeça e um foguete no pé.
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